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terça-feira, 7 de junho de 2011
Devez
Investi pesado, durante um tempo, em tentar ser a melhor amiga, mãe, esposa, filha... fracassei a maior parte. Hoje sei que essas coisas não dependem do esforço - é preciso, a cada dia, aprender como.
Tem a ver com o que se vai sabendo da vida, das coisas, das dores, das tristezas...
Algumas andei aprendendo. Outras, ainda tenho que esperar a fruta cair do pé. Nem adianta jogar rebolo, como falava lá em Colinas. Tem tempo pra cada. Novembro é chuva de manga. Junho, de milho. Hoje, é esperar alegremente, enquanto é flor.
Tem a ver com o que se vai sabendo da vida, das coisas, das dores, das tristezas...
Algumas andei aprendendo. Outras, ainda tenho que esperar a fruta cair do pé. Nem adianta jogar rebolo, como falava lá em Colinas. Tem tempo pra cada. Novembro é chuva de manga. Junho, de milho. Hoje, é esperar alegremente, enquanto é flor.
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
Mea culpa
Reconheço: o post anterior (O mundo é bão) é bem babaca. Ficou uma coisa de achar que só do lado de lá que o mundo é bom. Na hora, só pensava em achar alguma lembrança livre das agruras últimas. Se é que não complica, acho que foi por força do vinho, meio associação livre. Depois me dei conta de que o blog ta meio com cara de facebook. Sorry. As vezes, minhas fantasias são deste nível.
sábado, 20 de novembro de 2010
sambadinha
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Eu versus trinta e dois
Trinta e dois moradores de rua assassinados este ano em Maceió. Nada foi feito. E nada que tenho feito, pensado ou vivido merece mais minha atenção do que isto. Os que ainda permanecem nas ruas dormem durante o dia ou em cima de árvores com medo das balas cuspidas por carros noturnos. A crise nos blogs é nada. As aflições estudantis são apenas pedra rolando, vidas compradas ou herdadas. Não há sentido nas reuniões, nas tapiocas, nas bancas, no mar turquesa, no aeroporto, muito menos nesse banzo e no disjuntor queimado.Tento não deixar que as mensagens no celular me façam esquecer que trinta pessoas indefesas foram mortas na cidade em que quase vivo.
O azul desse blog me parece patético, agora.
O azul desse blog me parece patético, agora.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Mundo enquadrado
domingo, 19 de setembro de 2010
O que será que será?
sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Longe, eu penso em casa. Escolho cores, costuro almofadas, compro objetos, teço palavras de paciência para ser presente, assim, distante. Volto lá e poderia não sair pra nenhum lugar, só estar, indefinidamente, entre risos, velhas tarefas e besteirinhas. Sou tomada de uma doce confusão de me sentir feliz sendo rainha-do-lar. Vê?
sábado, 11 de setembro de 2010
Layout, vixe!
Estou tentando acertar o layout do blog, mas não dou uma dentro. E só tem modelo feio.
Sorry
Sorry
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Lista 3: Obviedades para me convencer a ir

1. Não sou uma pedra ( Que, segundo minha mãe, é uma criatura que não morre, mas que também não se move);
2. No mundo há portas, escadas, caminhos... feitos por alguém que já passou
3. Quando chamo de risco o lugar pra onde vou, me chamo de corajosa;
4. Ir é o contrário de retornar;
5. Quando o caminho é longo, há mais tempo para mudar de idéia;
7. Ruim é ficar, ficar, ficar, ficar...
9. Sempre há a possibilidade da volta ou de outras idas;
10. Não precisamos sempre esperar pelo vento;
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
domingo, 17 de maio de 2009
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Dos erros

Viram? Eu escrevi duas palavras erradas no outro post.
Problemas de ortografia e regência, me alertaram.
Queria que na vida fosse assim: depois de alertada dos erros,
a gente pudesse voltar atrás
e não dar a mínima.
"Nunca cometo o mesmo erro
duas vezes
já cometo duas três
quatro cinco seis
até esse erro aprender
que só o erro tem vez"
- "La vie en close", de Paulo Leminski
Foto: Sally Mann - Candy Cigarrete, 1989
terça-feira, 29 de julho de 2008
Lista 1: O melhor de terminar a dissertação
1. O falso paraíso das realizações.
2. Não ouvir mais as perguntas insistentes: acabou? quando vai ser?
3. Festa com amigos.
4. Ler um romance sem culpa.
5. Voltar a ter vontade de estudar.
6. Voltar às oficinas da Trama.
7. Ter uma contadora de histórias abrindo a defesa.
8. Explicar pra banca porque o Mito de Aracne no texto.
9. Ouvir o parecer de Beth Hazin
10. Me dedicar à mudança: paredes pra pintar, espaços pra preencher...
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