
Longe, eu penso em casa. Escolho cores, costuro almofadas, compro objetos, teço palavras de paciência para ser presente, assim, distante. Volto lá e poderia não sair pra nenhum lugar, só estar, indefinidamente, entre risos, velhas tarefas e besteirinhas. Sou tomada de uma doce confusão de me sentir feliz sendo rainha-do-lar. Vê?
3 comentários:
Saudade não mata. Transforma! Esqueceu de citar suas deliciosas comidinhas e o cuidado com suas plantas! Bj, amiga
é contagiante e importante isso: nossa alma interpreta que está sendo cuidada de maneira especial e cria uma identidade com os objetos.
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